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quarta-feira, 17 de junho de 2015

Dia das Línguas



A Poesia é …


- a cor num mundo cinzento.

- sobretudo, Verdade.

- como escrever uma melodia sem pauta. É luz. Algo divino.

- deve ler-se com alma, com o coração.

- qualquer coisa de luminoso, harmonioso, para quem consegue entender o poema.

- tudo o que é profundo, total, verdadeiro.

- amar sem restrições.

- a simplicidade,… a liberdade de sobre os horizontes profundos do paraíso, … a flor mais bela do jardim da literatura.

- é a música dos cegos.

- é a forma mais simples de expressarmos aquilo que apenas pertence à nossa alma.

- o vazio preenchido.

- criar beleza com as palavras, criar um mundo perfeito, inatingível para o comum dos mortais.

- utilizar as palavras de forma criativa

- comunicar de forma harmoniosa.


(Alunos da turma I do 10º ano)


terça-feira, 16 de junho de 2015

Dia das Línguas


A Poesia é …

- ver o mundo com outros olhos, um meio de exprimir claramente sentimentos e emoções e tudo o que nos rodeia, tudo o que realmente interessa.

- a mais louca das loucuras.

- uma busca incessante ao lugar mais íntimo de cada ser humano.

- o infinito de cada momento.

- a mais bela das árvores da literatura.

- um modo de estar e de sentir.

- a porta da alma do poeta.

- uma tela, onde se podem encontrar palavras roucas que brotam de almas livres.

- o que cada um quer fazer da vida.

- a declaração do meu ser ao mundo que se solta iluminando as profundezas obscuras da terra.


(Alunos da turma C do 10º ano)

terça-feira, 9 de junho de 2015

Dia das Línguas


 A Poesia é …

- ver o mundo com outros olhos, um meio de exprimir claramente sentimentos e emoções e tudo o que nos rodeia, tudo o que realmente interessa.

- uma forma do nosso subconsciente se expressar.

- a arte de transmitir sentimentos por palavras e metáfora revelando os sentimentos de forma bela e harmoniosa.

- a forma do homem mostrar o seu ser e de tornar os outros cúmplices dos seus sentimentos.

-  a realidade imaginária por detrás das letras codificadas.

-  algo de divino que só alguns têm a possibilidade de experimentar.

-  o sonho que nunca foi sonhado nem escrito.

-  a Humanidade no seu mais belo formato.

- a poesia somo nós, a luz que a escuridão deixa antever, a leda graciosidade da loucura, a exasperação que sentimos no momento.

- os olhos que pertencem apenas ao poeta, mas também os olhares que o leitor sente.

-  a música da alma tocada através das palavras.

-  não quer homens, querer amantes.

-  o brilho das estrelas, sem medo da escuridão.
                                       

              (Alunos da turma C do 10º ano)

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Dias das Línguas


 A Poesia é …


- pintar a vida com palavras, ser livre, ter asas, … pegar no papel e deixar que os sentimentos se apoderem do lápis.

- a arte de rimar com sentimentos.

- uma arte tradicional que utiliza a linguagem para fins cruciais.

- algo complicado de se entender, mas encantador de se ler, o que está e o que não está.

- um enigma descoberto pela luz de cada leitor abençoado.

- o pensamento que nos sai da alma.

- voar pelos nossos sonhos, mesmo sem asas, é ser feliz, num mundo de fantasia.

- sorrir de olhos abertos, é um sonho a tornar-se realidade.

- o retrato oculto no espelho da alma. É a expressão do mais íntimo que nos toca em cada verso, nos encanta em cada estrofe e nos aproxima com o passar do tempo.

- alcançar o que é eterno, o acender de uma chama que perdura, a ousadia de decifrar num simples momento, o mistério que trespassa o mistério do mundo.

- uma forma de ver o mundo de olhos abertos, é aquilo que nos dá prazer.



(Alunos da turma C do 10º ano)

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Dia das Línguas


A Poesia é …


- a expressão de sentimentos.

- o dom de exprimir sentimentos através de versos.

- um jogo cuidado com as palavras.

- o espelho da alma.

- um choro expresso sem lágrimas.

- pintar a vida com palavras.

- reflexão.

- mistério.

- luminosidade.

- um meio de abrirmos asas à imaginação.

- ver o mundo de forma livre, sem restrições, com simplicidade e riqueza.

- um mundo, uma cidade, uma personalidade diferente de todas as outras.

- um conjunto de sentimentos caóticos numa organização perfeita.

- mais que ler palavras, é ler corações.

- dizer tudo e não dizer nada.

- a vida escrita num raio de luz durante a escuridão da alma.

- escrever com a alma, com a caneta do coração e tinta de sangue.

- algo que não se descreve, mas que se sente.



(Alunos da turma D do 10º ano)

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Dia das Línguas


Tenho tentado sobreviver
Ganhar confiança, crescer.
Ultrapassar a distância,
Definir caminhos,
Tentar não me afastar
Ou pior, fracassar.

Nunca desistir,
Passar por cima dos problemas,
Não desiludir.


É difícil não cair,
É preciso ter a força de um gigante
Para não escorregar e largar as arestas molhadas desta montanha
Mas, às vezes, acaba a vontade de vencer e prosseguir
De seguir em frente e de não desistir.


Acabarás por tropeçar,
Perder o equilíbrio,
Mas isso é o que te ajuda a aprender
A não voltares a cometer os mesmos erros
A não ter de trepar a mesma montanha

Quando chegares ao topo de uma,
E puderes finalmente descer,
Irás ver que todos aqueles medos de cair
Te fizeram crescer.


Aluna do 10º G

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Dia das Línguas


Olhar atento

Olhei para mim. Olhei à minha volta. Olhei para o passado, para o presente. Para o que sou, para o que serei. E dei por mim a pensar no porquê de ser assim.
Olhei para mim. Deparei-me com uma pessoa com objetivos de vida elevados, e era por isso que dava tudo por tudo para os cumprir. Uma pessoa que ia buscar energia aonde fosse preciso. Uma pessoa que nunca desistia.
Olhei à minha volta. Reparei que tinha muitas pessoas a confiar em mim. Reparei que tinha muitas pessoas a apoiar-me nos maus e nos bons momentos. Reparei que tinha pessoas que gostariam de ser como eu.
Olhei para o passado, para o presente. Vi em ambos uma pessoa determinada. Não diferiam em muito, apenas nas responsabilidades que iam aumentando com o passar do tempo.
Olhei para o que sou, para o que serei. E dei por mim a pensar no porquê de ser assim. Pensei. Voltei a pensar. Não chegava a lado nenhum. Foi então que voltei a olhar à minha volta e cheguei a uma conclusão.
Tudo se deve às pessoas que me rodeiam. A todas mesmo. As pessoas que estão sempre lá, as verdadeiras. Foram elas que me ajudaram a crescer. Foram elas que me fizeram abrir os olhos. Foram elas que me fizeram como eu realmente sou.
Obrigada.

Mariana Santos – 10º D

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Dia das Línguas


Sentimentos poéticos

Enveredei por caminhos nos quais me queria perder e encontrar. Procurei o tudo, o nada, o riso, a lágrima, o vazio, o infinito - a beleza da vida.
Encontrei a arte – uma coletânea de emoções, vibrações, sensações, palpitações. Encontrei poesia, cores, melodias, o pó. Encontrei o refúgio das ansiedades, verdades arrebatadoras. Encontrei a mudança.
Descobri uma nova forma de existir e ver o mundo. Descobri o ódio, o amor; a mágoa, a cura; o medo, a paz. Descobri murmúrios, gritos, suspiros. O silêncio. Descobri os cinco sentidos. A minha vida e a do outro. De outros. O tempo relativo. O espaço mais apertado, condensado. Todas as vidas numa chama; uma vela a arder, aguardando o seu fim. A escuridão.
Aprendi a ver. Observar o mundo – este, o outro; o meu, um mais distante, a magia circundante. O relógio a avançar e a recuar, deixando-me perdida neste universo paralelo. A solidão.
Aprendi a ouvir. Escutar as sombras, os olhares, os sorrisos, as hesitações e o gesto mais impulsivo. A chuva, a madrugada, a noite, o dia. O sopro. O mais humilde respirar, as mais violentas euforias. As viragens.
Aprendi a saborear. Provar o desafio de mais uma página em branco. Várias telas, pinceladas sinestésicas. A miscelânea de sons envolventes e embalantes, aconchegantes. O desespero.
Aprendi os aromas. O mar, a rua, o fora, o dentro, o perto, o longe. Uma chegada inesperada, a costumeira presença. Um vício. O vício. A maior dependência.
Aprendi a sentir, a tocar, a experimentar, a querer mais. Muito mais. A recorrer a esse conforto sem igual. Ao frígido calor sufocante. Ao tépido frio cortante. Às mãos suaves e secas. Aos olhares cruéis e afáveis. À vida madrasta e tão bela. À morte, feroz e fiel inimiga. À eternidade. Aos sentidos
Folheei as leves e brancas páginas. O negro ressaltava …

Cristina Ferreira – 11º G


A IMPORTÂNCIA DA LEITURA

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