segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
Canguru Matemático Sem Fronteiras
Participação no Concurso “Canguru Matemático Sem
Fronteiras”
A Escola S/3
S. Pedro irá participar, uma vez mais, neste concurso, o qual se realizará no
dia 15 de março, das 15 horas às 16 horas e 30 minutos.
Para que possas ir treinando e conhecer provas de anos
anteriores, podes aceder à página oficial do concurso, através do endereço:
Inscreve-te junto do teu professor de Matemática.
Junta-te aos mais de 6 000 000 de participantes a nível
internacional.
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
domingo, 18 de fevereiro de 2018
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018
Epistocracia
Mais uma reflexão do Pedro Miranda.
Um
conjunto de politólogos viu surgir, nos últimos anos, a Epistocracia como o regime que, de algum modo, foi rivalizando, ou
pode vir a rivalizar com a Democracia,
em termos de atractividade para o eleitorado (note-se que 67% dos portugueses
aprovam, nos mais recentes inquéritos, divulgados por Conceição Pequito, em A qualidade da democracia em Portugal,
FFMS, 2018, um governo de especialistas/técnicos). Termo cunhado por Estlund, espistocracia significa o
governo dos sábios. Ou, mais propriamente, "um regime político é
epistocrático na medida em que o poder político é formalmente distribuído de
acordo com a competência, a capacidade e a boa-fé para agir com base nessa
capacidade" (na definição do filósofo político Jason Brennan, em
Contra a democracia, publicado pela Gradiva, em 2017).
Se os estudiosos discutem se, na República, Platão estava a falar a sério quanto à ideia de um rei-filósofo para governar a cidade, Jason
Brennan, por seu turno, garante que a epistocracia não
está dependente de um rei-filósofo ou
de uma classe protectora. Há várias
outras formas possíveis de epistocracia,
a saber:
a) Sufrágio
restrito: os cidadãos podem obter o direito legal a votar e a
concorrer a eleições apenas se forem considerados (por algum tipo de processo)
competentes e/ou suficientemente bem informados. Este sistema envolve um
governo representativo e instituições similares às das democracias modernas,
mas não confere o poder de voto a todas as pessoas. Em todo o caso, o direito
de voto está muito difundido, ainda que não tanto como numa democracia;
b) Voto
plural: tal como numa democracia, cada cidadão tem um voto. No
entanto, alguns cidadãos, aqueles que são considerados (por meio de
algum processo legal) mais competentes ou bem informados, têm votos adicionais.
Por exemplo, Mill defendeu um regime de voto
plural. Como referido anteriormente, pensava que o envolvimento das pessoas
na política tendia a enobrecê-las. Contudo, preocupava-o que demasiados
cidadãos fossem incompetentes ou insuficientemente cultos para fazerem escolhas
inteligentes nas urnas. Defendia, portanto, que se concedessem mais votos às
pessoas com mais habilitações académicas;
c) Credenciamento
aleatório: os ciclos eleitorais ocorrem como normalmente, excepto que,
por norma, nenhum cidadão tem direito a
votar. Imediatamente antes da eleição, milhares de cidadãos são
seleccionados aleatoriamente para se tornarem pré-votantes. Estes pré-votantes
obtêm o direito de votar, mas apenas se participarem em determinados exercícios
de desenvolvimento de competências, como fóruns de deliberação, com os seus
concidadãos;
d) Veto
epistocrático: todas as leis devem ser submetidas a procedimentos
democráticos por meio de um órgão democrático. Porém, um órgão epistocrático
com um conjunto restrito de membros tem o direito de vetar as leis aprovadas no
órgão democrático;
e) Votação
ponderada/governo por oráculo simulado: todos os cidadãos podem
votar, mas, ao mesmo tempo, devem preencher um questionário relativo a
conhecimentos políticos básicos. Os seus votos são ponderados com
base no conhecimento político objectivo, talvez ao mesmo tempo que se
examina estatisticamente a influência racial, do nível de rendimento, do sexo
e/ou de outros factores demográficos.
Olho para estas
experiências como "puramente intelectuais", académicas. No seu
"excesso", elas, contudo, iluminam fragilidades de muitas das nossas
democracias - o fraco empoderamento democrático de muitos dos
nossos cidadãos, que não estão "bem informados", nem nunca
"desenvolveram competências, como fóruns de deliberação, com os seus
concidadãos", nem demonstram nenhum "conhecimento político
objectivo" -, muito palpáveis no nosso quotidiano, e poderão permitir, com
alguma caricatura, apontar para lugares - em particular, o momento da escola e
da educação - fundamentais para que esse robustecimento democrático ocorra.
Neste sentido, não vejo sequer que este conjunto de boas provocações estejam
muito longe da reivindicação de cadeiras de "ciência política",
digamos assim (em sentido lato), no ensino obrigatório que fizeram parte do
caderno de encargos de movimentos, não conservadores,
mas radicais. Iniciativas como o Parlamento dos Jovens, entre muitas
outras como orçamentos participativos,
etc, estão a ir nesse sentido. Há a disciplina de "Filosofia
Política", no Secundário, como opcional, em algumas escolas. Mas, desde
logo, tal cadeira é opcional (e, portanto, não universal).
sábado, 10 de fevereiro de 2018
Internet Segura
Sabes usar a Internet de forma Segura?
Os alunos de TIC (7.º anos - A, B, C e D -, 8.º anos - A, B, C, D e E - e 10.º
TGEI ) e de Aplicações Informáticas (12.º anos
- C, D e E) realizaram uma
atividade de Kahoot, criada pela Raiz
Editora, onde puderam testar os seus conhecimentos sobre a Utilização Segura da Internet.
Grupo de Informática
https://play.kahoot.it/#/?quizId=76039377-96f2-4d19-9f45-a05b4121345d
sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018
terça-feira, 6 de fevereiro de 2018
Dia da Internet mais segura - 6 de fevereiro
A Escola
S/3 S. Pedro associa-se às comemorações do Dia da Internet Mais Segura, que
este ano se comemora no dia 6 de fevereiro, com o tema “Cria e partilha com responsabilidade: Uma Internet melhor começa
contigo”.
Durante esta semana nas aulas de TIC, dos 7.º
e 8.º anos e 10.º ano do ensino profissional, e de Aplicações Informáticas, do
12.º ano, vão ser realizadas ações de sensibilização para comportamentos
seguros na utilização de ambientes digitais e promovidas as normas de conduta a
respeitar na navegação na Internet.
As atividades irão decorrer em articulação
com a Biblioteca Escolar.
- Pensa nos conteúdos que partilhas:
- Pensa em como te podes proteger online:
- Pensa na tua lista de contactos online:
Professoras:
Lurdes Lopes e Rosalina Reimão
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
Aula Aberta
Palestra pelo Enfermeiro José Guedes sobre violência e abusos
Realizou-se
esta quinta-feira, na sala 4D, pelas 17h30, uma conferência, em aula aberta de
EMRC, conduzida pelo Enfermeiro José Faceira Guedes, do Centro Hospitalar de
Trás-os-Montes e Alto Douro (CHTAD), especialista em saúde mental e
psiquiatria, Mestre em Bioética, integrada no Projeto de Educação Sexual.
Durante os
cerca de 45 minutos da sessão, o profissional de Saúde principiou por abordar possíveis
consequências, ao nível dos relacionamentos sociais, de um possível isolamento
dos adolescentes, das suas práticas e conceções acerca do outro e da sua
dignidade, com base em pesquisa recente, dos consumos de pornografia.
Em um
segundo momento, atinente à questão dos abusos sexuais, o especialista
referiu-se à frequência com que estes sucedem no seio familiar, destacando a
posição de vulnerabilidade e/ou subalternidade em que, por regra, se encontra o
abusado (muitas vezes, silencioso e silenciado pelo abusador). Sublinhou o
conferencista, neste contexto ainda, que o abuso sexual não implica,
necessariamente, um contacto físico (maxime, divulgação de fotografias
com alguém despido nelas presente). A importância da denúncia, de alguém
abusado não se deixar ficar isolado, contando/confiando a uma figura próxima de
referência (a experiência por que passou/está a passar), igualmente destacada.
Nesta
sessão, não deixou, do mesmo modo, de se alertar para relações adolescentes de
tipo patológico, em namoros em que um dos membros (desse relacionamento), por
uma vinculação emocional de grande intensidade, permitir ser molestada,
permanecendo no relacionamento apesar dos abusos (ex:"vou continuar o
namoro, se não, perco-o!"). A urgência e a capacidade de desenvolver a
assertividade e dizer "não" sempre que necessário, eis a divisa
deixada.
Professor Pedro Miranda
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