quinta-feira, 12 de abril de 2018
segunda-feira, 9 de abril de 2018
quarta-feira, 4 de abril de 2018
quarta-feira, 21 de março de 2018
Agenda 2030 - Objetivos de desenvolvimento sustentável
Disponibilizam-se os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, dos quais se destaca o objetivo 5 - Igualdade de Género.
A igualdade de género é o tema/problema a desenvolver com as turmas de 10º ano na disciplina de filosofia em articulação com a Biblioteca Escolar.
O objetivo 5 - Alcançar a igualdade de género e empoderar todas as mulheres e raparigas
• Acabar com todas as formas de discriminação contra todas as mulheres e meninas,
em toda parte.
• Eliminar todas as formas de violência contra todas as mulheres e meninas nas esferas
públicas e privadas, incluindo o tráfico e exploração sexual e de outros tipos.
• Eliminar todas as práticas nocivas, como os casamentos prematuros, forçados e en-
volvendo crianças, bem como as mutilações genitais femininas.
• Reconhecer e valorizar o trabalho de assistência e doméstico não remunerado, por
meio da disponibilização de serviços públicos, infraestrutura e políticas de proteção
social, bem como a promoção da responsabilidade partilhada dentro do lar e da família,
conforme os contextos nacionais.
• Garantir a participação plena e efetiva das mulheres e a igualdade de oportunidades
para a liderança em todos os níveis de tomada de decisão na vida política, económica
e pública.
• Assegurar o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva e os direitos reprodutivos,
em conformidade com o Programa de Ação da Conferência Internacional sobre Po-
pulação e Desenvolvimento e com a Plataforma de Ação de Pequim e os documentos
resultantes das suas conferências de revisão.
• Realizar reformas para dar às mulheres direitos iguais aos recursos económicos, bem
como o acesso à propriedade e controle sobre a terra e outras formas de propriedade,
serviços financeiros, herança e recursos naturais, de acordo com as leis nacionais.
• Aumentar o uso de tecnologias de base, em particular as tecnologias de informação
e comunicação, para promover o empoderamento das mulheres.
• Adotar e fortalecer políticas sólidas e legislação aplicável para a promoção da igual-
dade de género e o empoderamento de todas as mulheres e meninas, a todos os níveis.
Fonte: http://www.instituto-camoes.pt
terça-feira, 20 de março de 2018
segunda-feira, 19 de março de 2018
sexta-feira, 16 de março de 2018
Semana da Leitura - 2018 - Ida ao Cinema
Apresentação dos filmes "O Meu Tio "de Jacques Tati e "Charlot" de Charlie Chaplin por Adriano Guerra
sábado, 10 de março de 2018
sexta-feira, 9 de março de 2018
quarta-feira, 7 de março de 2018
domingo, 4 de março de 2018
sábado, 3 de março de 2018
Sessão de Poesia - Deus como interrogação na poesia portuguesa
Sessão de poesia – Deus como interrogação na poesia portuguesa
David Ramos
é um jovem vilarealense, com uma já significativa intervenção cultural no
espaço público que o leva a alguns dos palcos mais carismáticos do país, como o
Hard Club, onde marcará presença
muito em breve. Estudante do terceiro ano de Direito, ele conjuga a proximidade
e informalidade que esperaríamos encontrar num rapper, com a amabilidade e delicadeza de um gentleman. Sincronizado, sintonizando razão e emoção em cada
palavra pronunciada, excelente diseur,
David Ramos foi o nosso convidado para a sessão de poesia da passada
quinta-feira, 1 de Março, ao fim da tarde, partindo da antologia “Verbo. Deus
como interrogação na poesia portuguesa” (Assírio
e Alvim, 2014), organizada por Pedro
Mexia e José Tolentino de Mendonça.
Conquanto a aproximação ao que de maior
nada se pode pensar (Anselmo),
ao que excede definições e conceitos, e convoque a necessidade de analogia, assim a unidade lectiva, no
dobrar do terceiro ciclo a meses do Secundário, que se refere àquele mistério
que Agostinho, nAs Confissões, chamou “mais íntimo que o meu próprio íntimo e mais
sublime do que o ápice do meu ser”, demandasse também a mais densa interrogação
poética. Em interdisciplinariedade, buscou-se, ainda, reforçar, nos alunos –
que vieram também ao anfiteatro dizer
poemas, com o mesmo pano de fundo temático, de dois autores transmontanos,
diríamos como que vilarealenses de nascimento e adopção, José Augusto Mourão e A.M.Pires
Cabral, respectivamente – a capacidade de encontro e aproximação à palavra
poética.
Sophia,
Jorge de Sena, Vitorino Nemésio, Pedro
Tamen, Armando Silva Carvalho, Carlos Poças Falcão, Fernando Echevarría, Adília Lopes, Ruy Belo, Ruy Cinatti, José Bento, Cristovam Pavia, Daniel
Faria: em algum momento das suas obras poéticas, cada um destes autores,
vozes agora de novo escutadas ao anfiteatro da Escola de S.Pedro, confrontou-se
com a questão de Deus. Para lhe dar assentimento, em alguns casos; para
permanecer, eternamente, interrogação, em outros; ou, em definitivo, para se
declararem, alguns, geracionalmente vencidos
de uma dada pertença religioso-confessional. Não se cura, pois, aqui, de poemas
de tipo catequético, arrumados à segurança e certezas sem mais.
Na
indispensável e fraterna presença do grupo disciplinar de Português, bem como
da Professora-Bibliotecária na sua hospitalidade acolhedora, em cada uma das
mestras que “convocam para o significado” – papel do professor das Humanidades,
segundo George Steiner – neste
derradeiro ano do terceiro ciclo, ouvimos, com idêntica devoção, o modo como a Catarina Monteiro, o António Reis, a Joana Ramos, o Afonso Castro
e a Carolina Soares puderam bem
interpretar nomes maiores da poesia portuguesa contemporânea. E concluímos, com
essa dádiva do antigo aluno que regressou, pródigo, a casa, na parábola que
assinou e disse na primeira pessoa, poema sacado do bolso, com os refugiados
caídos ao Mediterrâneo e a perplexidade de um Job frente ao mal que um Deus
silente consentiria afinal, teodiceia, sempre ao largo, na pergunta pelo mal,
nela mesmo, de quem o não naturaliza e, portanto, não aceita, e com ele
continua, felizmente, a indignar-se - nessa mesma indignação, diria João Manuel Duque, desde logo, essa
divina presença. Ou, muito poeticamente a encerrar a indagação, com Gottfried Benn:
Muitas vezes me tenho interrogado, mas sem
encontrar resposta,
sobre de onde provém a doçura e a bondade.
Ainda hoje não o sei, e agora tenho de partir.
sobre de onde provém a doçura e a bondade.
Ainda hoje não o sei, e agora tenho de partir.
Pedro Miranda
segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018
Subscrever:
Mensagens (Atom)
A IMPORTÂNCIA DA LEITURA
Clique nos links para ver os vídeos
Hábitos de Leitura
Incentivo à Leitura
Depoimento de Daniel Sampaio
Hábitos de Leitura
Incentivo à Leitura
Depoimento de Daniel Sampaio























