No próximo dia 22 de janeiro, o escritor Afonso Reis Cabral estará presente na nossa escola, pelas 15.00, para apresentar o seu mais recente livro.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2019
quarta-feira, 16 de janeiro de 2019
Literacia 3Di - Alunos Apurados
Já são conhecidos os alunos que vão representar a Escola S/3 S. Pedro na fase distrital da LITERACIA 3Di – o desafio pelo conhecimento, que decorre de 11 a 22 de março de 2019, nas capitais de distrito de todo o país, incluindo Regiões Autónomas.
Leitura
- Marta Martins de Azevedo do 7.º B nº 21
Inglês - Maria Correia do 8.º D nº 15
Parabéns!
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segunda-feira, 14 de janeiro de 2019
As leituras dos nossos alunos
Eu gostei da obra “O
Cavaleiro da Dinamarca”, pois pela visão do cavaleiro consegui ter uma melhor
perspectiva de alguns países que gostaria de conhecer.
Uma característica que
também achei interessante foi o facto de a história passar a mensagem de que
nunca se deve ”quebrar” uma promessa, por exemplo, o cavaleiro não se esqueceu
da promessa que fez à família, tendo voltado passados dois anos a tempo da ceia
de Natal, como tinha prometido.
A narrativa aborda ainda
alguns momentos importantes para o nosso país e para a Humanidade, como a época
dos Descobrimentos, o que é estimulante porque, assim, podemos regressar para o
passado e perceber a nossa História a partir daquela que nos é contada.
Leonor
Castanheiro 7.ºC
Na
minha opinião, «O Cavaleiro da Dinamarca» é uma obra muito interessante e rica.
Esta apresenta-nos a Itália do Renascimento e muitos outros lugares, cada um
com as suas histórias, tradições e costumes. Também nos dá a conhecer a vida
das pessoas no século XV e o seu quotidiano.
A meu ver, a leitura deste livro incrível
faz-nos experimentar várias sensações, a tristeza e o silêncio da floreta onde
mora o Cavaleiro, o calor e o aconchego da família na ceia de Natal, a ostentação
de Veneza e Florença e a adrenalina e a ânsia da chegada a casa.
Eu gostei muito e desfrutei imenso desta
obra porque esta me ensinou como era a vida na época do Renascimento, os
costumes, as tradições e as histórias que fizeram aquele tempo permanecer na
História da Humanidade.
Manuel Fernandes
7.ºC
«O Cavaleiro da
Dinamarca» é um livro muito interessante pois fala de uma bela história de
Natal.
Este livro é muito bom
para estudarmos pois tem diversos argumentos a debater, lições de vida, muitos
casos de recursos para estudar diversos temas na Língua Portuguesa.
O livro é muito enriquecedor
no que respeita o vocabulário no decorrer da história, fala de histórias, belas
cidades e diz-nos que as promessas são deveres obrigatórios de cumprir.
Nesta história há uma
situação muito relevante. Este cavaleiro é muito religioso e bondoso. Andou
pelo «mundo inteiro» mas tinha como princípio peregrinar até à Palestina com a
certeza de que voltava a casa a tempo de celebrar o Natal seguinte com a
família e os criados.
Se nós acreditarmos nos
nossos desejos e lutarmos por eles sempre iremos conseguir o que queremos.
Temos de acreditar e nunca desistir.
Sendo assim o cavaleiro
foi muito lutador ao cumprir a promessa que fez à família e aos criados.
Maria Antónia Guerra Monge 7.ºC
sexta-feira, 11 de janeiro de 2019
CNL Alunos apurados - Correção
Alunos apurados para o Concurso Nacional de leitura
Ensino Básico
Leonor Santos 7.º B
Matilde Venera 7.º B
Ensino Secundário
Rui Silva 11.º A
Rita Encarnação 11.º A
quinta-feira, 10 de janeiro de 2019
sexta-feira, 4 de janeiro de 2019
quinta-feira, 3 de janeiro de 2019
Identidades de F. Fukuyama
Talvez o politólogo Francis Fukuyama seja um bom, porque
um ilustrativo guia, para compreendermos o que mudou na política internacional
desde que,
em 1992, publicou O fim da história e o último homem – célebre ensaio no qual, na senda de
Hegel, preconizava que a finalidade da História era uma sociedade
liberal-democrática com economia de mercado – até à actual edição de
Identidades, o seu novo livro no qual assume duas mudanças essenciais no seu
pensamento político: i) o reconhecimento de que é muito difícil
erguer-se um Estado moderno, impessoal; ii) a possibilidade de que
a democracia liberal moderna decaia ou ande para trás (quer dizer,
Estados que chegaram a democratas possam retroceder no regime político
adoptado).
Em 1970, havia no mundo 30
«democracias eleitorais», mas em meados dos anos 2000 estas haviam chegado a um
número que se aproximava das 120 (p.13). Contudo, "algures na segunda
década dos anos 2000" tais democracias recuaram, passando, nas
palavras de Larry Diamond, por uma «recessão global».
À expansão democrática, na
sequência da queda do muro de Berlim, com o fim da antiga URSS e dos regimes
comunistas no Leste europeu - ambiente/espírito no qual se enquadrou "O
fim da história" de Fukuyama, rapidamente considerado de uma confiança,
ingenuidade ou arrogância excessiva na idealização de um modelo
político-económico único a uma escala global, indiferente a culturas,
geografias, histórias, resultados económicos muito diversificados - sucedeu um
retrocesso contemporâneo concomitante a x) uma aceleração da globalização e a
xx) uma crise financeira-económica-social, com o seu cortejo de falências,
desemprego, quebra do rendimento de milhões de trabalhadores em todo o mundo,
ou seja, na síntese do investigador, "as políticas da elite produziram" grandes problemas (p.23).
Países autoritários como a China e a Rússia tornaram-se mais
"auto-confiantes e afirmativos". Passaram a emergir as chamadas
«democracias iliberais» - e, aos exemplos mais habituais neste contexto,
Fukuyama acrescenta, ainda, o caso da Tailândia (p.23). O descalabro da invasão
do Iraque, e mesmo a intervenção no Afeganistão, iriam conduzir à radicalização
(religiosa/política) de milhões de pessoas.
Se a política do séc.XX
parecia organizada em torno do binómio esquerda-direita atinente
a questões de tipo económico - a esquerda reclamando
mais igualdade, a direita mais liberdade;
as ditas "políticas progressistas" centradas nos trabalhadores, nos
sindicatos e em partidos social-democratas que pretendiam
melhores prestações sociais e melhor distribuição da riqueza, enquanto a direita se
preocupava em reduzir o tamanho do estado e em promover a iniciativa privada
(p.24), a certo momento da última década tais agendas, não tendo desaparecido,
pareceram dar o lugar "a um espectro definido pela identidade".
A esquerda procurou promover uma ampla variedade de grupos - negros, mulheres, imigrantes, hispânicos, comunidade
LGBT - e a direita passou a um discurso em chave
patriótica, ou mesmo nacionalista,
associada esta a uma dada raça, etnia ou religião (isto é válido para o caso
americano, mas não só).
Fukuyama reconhece, neste
livro, a centralidade das questões económicas no agir humano - e daí os
problemas fundamentais identificados (ausência de resposta aos afectados pela globalização
e perda de rendimentos na sequência da longa crise iniciada em 2008) -, mas
recusa o exclusivo motivacional deste: sem um quadro de «ressentimento»
devidamente mobilizado, sedutor da parte da psique/alma humana que aspira ao
reconhecimento (o thymos), as mudanças políticas a que estamos a
assistir não teriam ocorrido: "o thymos é a parte
da alma que almeja o reconhecimento da nossa dignidade; a isotimia é
a exigência de se ser respeitado na base da igualdade com as outras pessoas;
a megalotimia é o desejo de ser reconhecido como superior. As
democracias liberais modernas prometem, e em larga medida oferecem, um grau
mínimo de igual respeito, encarnado nos direitos humanos, o primado da lei e o
direito ao voto. O que isso não garante é que numa democracia as pessoas sejam
respeitadas igualmente na prática, em particular os membros de grupos com um
historial de marginalização" (p.15). Outro problema é a recorrente
existência histórica da megalotimia, que tanto deu origem a heróis
como Churchill, ou «santos seculares» como Mandela,
como tragédias como as de Hitler ou Mao. Possuirá
a democracia liberal, ligada a uma economia de mercado, saídas para
a megalotimia? Em O fim da história e o ultimo homem,
Fukuyama, ironia da história, citava o exemplo de um tal Donald Trump que
fazia desaguar a sua ambição e megalomania para o mundo
empresarial. O que em 1992, com Trump no lugar de Trump, era a ilustração de
que o modelo funcionava, em 2018, com Trump no lugar de César, as campainhas
acendem em toda a sua extensão - isto, enquanto, de outro ângulo, o problema
da isotimia é que nenhuma sociedade tratará de forma igual
quem arriscou a vida pela comunidade (um bombeiro, um polícia, etc.), por
exemplo, com quem fugiu ao primeiro sinal (e parece haver quem não aceite esta
diferenciação).
Pedro Miranda
domingo, 23 de dezembro de 2018
sexta-feira, 14 de dezembro de 2018
domingo, 9 de dezembro de 2018
Promover o pensamento crítico com a Biblioteca Escolar (Ideias com Mérito)
Desenvolver as capacidades de construir, analisar e avaliar
argumentos são objetivos (entre outros) da disciplina de filosofia que
concorrem para a aquisição de pensamento crítico. Para atingir
este objetivo, durante o 1º período, os alunos trabalharam, em articulação com
a Biblioteca Escolar, os Direitos Humanos (tema de Cidadania e Desenvolvimento). Das inúmeras atividades desenvolvidas
destacamos o debate organizado pelo 10.º E e alargado às turmas C do 7.º ano e
E do 12.º ano que decorreu na sexta-feira passada na Biblioteca Escolar, sobre
a questão: É a hospitalidade um dever
ético? Temos o dever de acolher os
refugiados? Têm os refugiados o direito a ser acolhidos?
Para um esclarecimento mais informado sobre a atualidade da
questão, os alunos (no dia Mundial da Filosofia), assistiram à palestra do
professor Pedro Miranda sobre a Aporofobia,
um conceito da filósofa Adela Cortina,
que podemos consultar aqui: http://bibliotecasaopedro.blogspot.com/2018/11/dia-mundial-da-filosofia-2018.html
A preparação do debate alargado exigiu um trabalho prévio de
pesquisa, realizado na Biblioteca Escolar, de acordo com a metodologia da
pesquisa guiada (guided inquiry), e debates cooperativos em pequenos grupos, com
recurso à metodologia da Controvérsia Construtiva, na sala de aula. Este
trabalho de articulação entre a disciplina de filosofia e a Biblioteca Escolar
permitiu que os alunos esclarecessem a questão, pesquisassem os melhores
argumentos e contra argumentos e se sentissem preparados para defender as suas
posições com rigor e fundamentação.
A abertura do debate esteve a cargo do Diogo que esclareceu
os presentes sobre a questão em causa e a sua atualidade. A Rafaela apresentou
o primeiro argumento e o Pedro o primeiro contra argumento. Seguiu-se uma
discussão muito participada com todos os elementos presentes. Fechou-se o
debate com a síntese da moderadora (professora de filosofia) que salientou os
melhores argumentos e apontou algumas fragilidades noutros.
Agradecemos a colaboração da professora Rosalina Sampaio (Coordenadora da Cidadania e Desenvolvimento) e do professor Pedro Miranda.
sábado, 8 de dezembro de 2018
sexta-feira, 7 de dezembro de 2018
sábado, 1 de dezembro de 2018
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