quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

FIIN - Festival Internacional de Imagens da Natureza


Curtas metragens do FIIN - 2018


O visionamento de cada curta metragem levou os alunos a uma reflexão acerca da importância da conservação e preservação da natureza, onde persiste a poluição dos oceanos e da atmosfera terrestre.

Partilhamos algumas reflexões do 7.º C:

“Hoje vimos algumas curtas metragens do FIIN (Festival Internacional de Imagens da Natureza). Salvar os oceanos foi a grande mensagem, comum a todas elas. O filme sobre os tubarões mostrou-nos como uns simples cortes, feitos na edição, podem modificar a perceção que temos destes animais.”

“A poluição dos oceanos é cada vez maior devido ao ser humano que deita resíduos poluentes, provocando assim a extinção de espécies. Por exemplo, os animais sufocam devido aos plásticos existentes nos oceanos.”

“Do meu ponto e vista, a conservação e tratamento da água é essencial para a continuação da vida e da existência de seres vivos no planeta terra, a nossa casa.”

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Concurso Literário "A Ética na Vida e no Desporto"




Concurso Literário “A Ética na Vida e no Desporto” (VII edição)

Queres ter um artigo publicado no jornal “A Bola?”
Se gostas de escrever e frequentas o ensino secundário, elabora um texto sobre a importância dos valores na prática desportiva.

O Concurso Literário “A Ética na Vida e no Desporto” é para ti.

 As inscrições já estão abertas!

O Concurso Literário “A Ética na Vida e no Desporto” é promovido pelo Instituto Português do Desporto e Juventude - através do Plano Nacional de Ética no Desporto - com o apoio do Jornal Desportivo A Bola, da Direção Geral da Educação/Desporto Escolar, da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais, da Fundação do Desporto, da Direção Regional do Desporto dos Açores e da Secretaria Regional da Educação do Governo Regional da Madeira.

 As candidaturas decorrem de 1 de janeiro a 28 de fevereiro de 2019. Participa!

Para acesso ao cartaz, regulamento e formulário de candidatura: http://www.idesporto.pt/noticia.aspx?id=834
http://www.pned.pt/concursos

sábado, 16 de fevereiro de 2019

O elogio da imperfeição



1.Se tudo depende de mim, se posso manipular/conformar a realidade por completo (de modo a obter os resultados que pretendo), se estiver convencido de que, em querendo/esforçando-me/empenhando-me, chego (necessariamente) sempre ao que ambiciono; se toco, portanto, o ilimitado, se posso alcançar a perfeição - e quantas vezes o mundo nos diz isto, nas suas mais diversas faces, as mais das vezes muito amáveis e bem-intencionadas -, então não estou aberto às minhas debilidades, fragilidades, feridas (não estou aberto, sequer, a olhar para elas, a reconhecê-las; ajo, pois, como se não existissem), numa palavra, recuso sentir-me carente/carecido de algo/Alguém, de um plus. O fechamento de todas as possibilidades que não as minhas, pode ensinar uma moral transbordante (nos termos de Tagore, "Ele, que está demasiado ocupado em fazer o bem, não tem tempo para ser bom"), mas não se abeira do precipício da fé. Da gratuitidade, do dom, da graça. Não queiras ser perfeito, diz a Guida, ainda durante a infância, e a frase trespassa, corta e ilumina de um modo absolutamente intenso, muitos anos depois, a verdade maior da nossa condição. O perfeccionismo como erro. As ansiedades como contendo, em momentos diversos, raízes que podem ser de natureza genética, psicológica, mas, em realidade, espiritual, também (como contava ao António, caro aluno do Secundário: não fiques prisioneiro de um 18, ou de um 19; que é isso na vida?). Uma boa educação: inculcar/transmitir capacidade de diferir a recompensa (sim, sem dúvida); inculcar/transmitir a capacidade de escutar até ao fim – no dizer do padre Halík, não é que os ateus não tenham razão; é que não têm paciência (para escutar o mais íntimo da realidade, a realidade da realidade) - e de agraciar as minhas debilidades (não menos essencial). De outro modo, deifico-me e, certamente, me perco, me infernizo. Perdoarmo-nos/aceitarmo-nos, eis uma divisa raramente escutada. Um trabalho, precário, em progresso. Nunca concluído, suponho. Mesmo antes de ler Paolo Scquizzato e o seu O elogio da imperfeição - precioso desenvolvimento espiritual em torno desta noção, bela maneira de iniciar uma nova colecção, Grão de Mostarda (Paulinas)  - esta apresentava-se-me como uma das mais importantes descobertas destes trinta e tais. 
2. Sem som, não se distingue o foguetório que ribomba na pantalha: o fogo-de-artifício tanto pode ser de Melbourne (em diferido), como de Madrid, Nova Iorque, Amarante ou dos Açores (que me dizem ter festejado, desta vez, com uma hora de antecedência 2017; haja alegria!). A normalização - o modelo jantarada de hotéis, concerto e foguetes no ar, a que se junta o inevitável banho no mar de dia 1, sempre acaloradamente reportado, a cada Ano Novo; o esquecimento cultural, vívido e vivido, do Natal  -  em vigor torna todos os tempos iguais. Para recorrermos à formulação do filósofo, “falta ao tempo um ritmo ordenador. Daí, que perca o compasso. (...) Não há nada que reja o tempo. A vida não se enquadra numa estrutura ordenada nem se guia por quaisquer coordenadas que engendrem uma duração. Identificamo-nos também com a fugacidade e o efémero. E, assim, cada um de nós próprios se torna qualquer coisa de radicalmente passageira. A atomização da vida supõe uma atomização da identidade. Cada um passa a ter-se somente a si mesmo (...) As pessoas envelhecem sem se tornarem maiores (…) Já não há diques que regulem, articulem ou deem ritmo ao fluxo do tempo, que possam detê-lo e guiá-lo, sustentando-o, no tão belo duplo sentido da palavra. Quando o tempo perde o ritmo, quando flui no aberto sem se deter sem rumo algum, desaparece também qualquer tempo apropriado ou bom(...) O homem perdeu completamente o sentido deste a tempo. Cedeu ao destempo” (Byung-Chul Han, O aroma do tempo)
A necessidade da demora, a reivindicação contemplativa que assuma o tempo, o kairos no cronos, pode, pois, em chave de leitura para a Páscoa, ter este âmbito de escuta, este aroma: as chagas, as feridas, antes mesmo da ressurreição – e não há ressurreição sem morte -, têm que ser olhadas de frente – em nós, nas nossas ruas, no e nos que não queremos ver, os que tornamos invisíveis e descartados -, para que uma dada tradição (religiosa) se não nos ofereça/desfigure como a simples projecção narcísica triunfalista (sem tocar a realidade). Será, aliás, potencialmente, desse encontro com a nossa miséria que poderemos reconhecer a vida como dom e promessa, hora de acordar, momento de um salto: “A nossa experiência de fé move-se a partir de uma outra intuição originária: acreditamos porque experimentámos a misericórdia. Todo o crente é tal porque, num momento da sua vida, num lugar e num tempo precisos, intuiu e experimentou uma bênção, em geral, uma experiência de misericórdia. A raíz da fé não tem nada a ver com a lógica da causalidade, mas pelo contrário é, muitas vezes, uma misericórdia sem causa, e é exatamente nisso que está o seu carácter explosivo, a estupefacção” (Stella Morra, Deus não se cansa).

Pedro Miranda

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Dia da Internet Mais Segura


A Escola Secundária São Pedro associou-se às comemorações do Dia da Internet Mais Segura, que este ano teve lugar no dia 5 de fevereiro, em Portugal e em muito outros países.
Durante a semana de 4 a 8 de fevereiro, nas aulas de TIC, dos 7.º anos (Turmas de A a F) e 8.º anos (Turmas de A a D)  e 10.º L, do ensino profissional, e de Aplicações Informáticas, do 12.º ano (Turmas A, B, C, D, E e F) foram realizadas ações de sensibilização para comportamentos seguros na utilização de ambientes digitais e foram promovidas as normas de conduta a respeitar na navegação na Internet. Os alunos realizaram ainda uma atividade de Kahoot – Navegar em Segurança, disponibilizada pela Porto Editora, onde puderam, de uma forma lúdica e pedagógica, responder a questões sobre Segurança, Responsabilidade e Respeito em Ambientes Digitais. Experimenta AQUI a atividade!
As atividades para a promoção de uma navegação seguira na Internet, em articulação com a Biblioteca Escolar, prolongam-se até ao final do mês de fevereiro. Estão a ser divulgados na Biblioteca/Blogue da Biblioteca, Blogue O Broas e Página do Facebook da Escola recursos didáticos, retirados do site da SeguraNet/InternetSegura, como tiras de banda desenhada, vídeos e outros documentos de interesse.
Alertar e sensibilizar os alunos para uma navegação segura na Internet é, no entanto, uma premissa constante ao longo do ano letivo.

E tu, fazes uma navegas em seguração na Internet?

Partilhamos aqui alguns materiais disponibilizados no sítio http://www.seguranet.pt/:
- Pensa nos conteúdos que partilhas:
http://www.seguranet.pt/sites/default/files/pensa_nos_conteudos_que_publicas.pdf
- Pensa em como te podes proteger online:
http://www.seguranet.pt/sites/default/files/pensa_em_como_te_podes_proteger_online.pdf
- Pensa na tua lista de contactos online:


Professoras de Informática, Lurdes Lopes e Rosalina Reimão

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Dia Mundial da Rádio

No dia 13 de fevereiro comemorou-se o Dia Mundial da Rádio. Os alunos responsáveis pela Rádio da Escola associaram-se às comemorações e fizeram uma visita às instalações da Universidade FM acompanhados pela professora bibliotecária. Foram entrevistados e puderam divulgar o trabalho que estão a desenvolver e como pensam, no futuro, tornar a Rádio da escola um meio de partilha e divulgação de atividades mas também explorar as suas potencialidades educativas. Dois alunos da escola, acompanhados pela professora Catarina Ribeiro, leram poemas na sua língua materna. O Harry Wong leu um poema de Shakespeare e a Laura Saraiva leu um poema de Bertold Brecht.
Sendo a literacia dos media um dos objetivos a desenvolver com os alunos, a biblioteca associou-se a este projeto como parceiro privilegiado para orientação na planificação, desenvolvimento das atividades e articulação com outros atores da comunidade escolar.
São já algumas as atividades da biblioteca em articulação com a Rádio da escola já divulgadas neste blogue. Destacamos a gravação da leitura de poemas em voz alta e a gravação de um debate na biblioteca. 
Partilhamos algumas imagens da visita à Universidade FM.







Para uma utilização educativa da rádio ver: https://www.clemi.fr/fileadmin/user_upload/Guide_Lyceen_1_02_17.pdf

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Leituras em voz alta - Terra verde, mar azul


No passado dia 30 de janeiro, dia internacional da leitura em voz alta, alguns alunos do 7.º C, o Harry Wong de Hong Kong e a Laura Saraiva, aluna de origem alemã, estiveram no estúdio da Rádio da Escola S/3 S. Pedro para a gravação da leitura de alguns poemas. Os alunos Rui Coelho e João Santos do 12.º G fizeram as gravações e partilharam com a comunidade educativa.








 Ficam os links:

Leitura em voz alta do poema Rosalinda, se tu fores à praia

Leitura em voz alta do poema As Baleias

Leitura de um poema de B. Brecht em alemão

Leitura de um poema de Shakespeare




quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Novidades na Biblioteca Escolar


A melhoria da qualidade das aprendizagens na área das Ciências, tecnologia, Engenharia e Matemática, necessita do aperfeiçoamento das práticas de ensino. Estas são, em geral, difíceis de estudar e aprimorar.

Este livro apresenta um instrumento, narração Multimodal (NM), que permite estudar em profundidade as práticas de ensino do ponto de vista do professor.

Promovendo o desenvolvimento profissional dos professores, explora as possibilidades de utilização da NM para melhorar as práticas de ensino e potenciar o trabalho investigativo em sala de aula.


Oferta da nossa colega Ana Edite Cunha.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Obras escolhidas para o Concurso do Plano Nacional de Leitura - fase municipal


3º ciclo



 Ensino Secundário


Dia Escolar da não Violência e da Paz


Cidadania e Desenvolvimento - Literacia dos media


A literacia dos media é uma área cada vez mais importante para a formação de cidadãos ativos e informados. A biblioteca escolar, enquanto espaço e fonte de recursos de qualidade, deve proporcionar ambientes formativos promotores das diferentes literacias.
Com este objetivo, no dia 31 de janeiro, pelas 10.00, alunos do 7.º, 10.º e 12.º anos participaram num debate sobre a questão: As redes sociais são promotoras da violência?
Organizado pela professora bibliotecária, em articulação com o professor Pedro Miranda, esta atividade foi o culminar de uma planificação que envolveu a turma E do 10.º ano e os alunos da disciplina de Educação Moral e Religiosa Católicas (EMRC) também do 10.º ano. Ao longo de duas semanas, nas disciplinas de Filosofia e EMRC, os alunos pesquisaram sobre o tema, recolheram evidências e dados pertinentes à discussão, organizaram os seus argumentos em mapas com recurso a uma ferramenta digital https://www.reasoninglab.com/pt/ e discutiram em pequenos grupos qual a posição que iriam defender.
O debate foi gravado pelos alunos que dinamizam a Rádio da escola e que serão os responsáveis pela seleção dos momentos mais significativos e posterior divulgação a toda a comunidade educativa.







terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Dia Escolar da não Violência e da Paz



Porque no dia 30 de janeiro se comemora o "Dia das Broas" e há muitas atividades agendadas, o debate é adiado para o dia 31 de janeiro às 10 horas.
Os professores e alunos que queiram assistir devem inscrever-se na biblioteca.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Afonso Reis Cabral na RTP - Outras Histórias


"No próximo dia 22 de janeiro pelas 21.00 horas no programa "Outras Histórias" da RTP, em Anatomia de um Livro, vamos conhecer Afonso Reis Cabral. O escritor combinou os factos reais de um crime de ódio com ficção sobre o caso Gisberta, que abalou o nosso país em 2006. O resultado é um livro que é uma incursão pela vida da vítima e dos agressores. Nesta reportagem acompanhamos o processo criativo que fez nascer a obra." https://www.rtp.pt/programa/tv/p36725/e2





sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Ida ao teatro - Comunicar em segurança


No passado dia dez de janeiro, algumas turmas da escola assistiram a uma peça de teatro levada a cabo pela Fundação PT, alusiva ao tema «Segurança na internet».
O feedback dos alunos da turma E do 10.º ano foi bastante positivo pois os atores são muito bons e conseguiram pegar num assunto sério e expô-lo de forma cómica, levando os alunos a refletir acerca dos eventuais perigos da internet. Foi uma forma original e adequada ao público de reforçar um assunto que é crucial nos dias de hoje – aprender a navegar seguramente na internet. 



      A turma E do 10.º ano com os atores.

A IMPORTÂNCIA DA LEITURA

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