sexta-feira, 22 de março de 2019

Literacia 3Di

Participação das nossas alunas no concurso Literacia 3Di

Parabéns às alunas Marta Azevedo do 7.º B e Maria Correia do 8.º D




quinta-feira, 21 de março de 2019

Dia Mundial da Poesia


Sessão de poesia com João Vaz Ribeiro




Se conseguisse apenas caminhar, quando caminho;
apenas inspirar e expirar; orar apenas,
em estado de oração - seria um vivo; os meus sentidos
noticiavam Deus ao mesmo Deus, em transparência;
o Espírito viria a este lado como Ele é
do Lado Seu, encarnação sem mácula, trazendo
ao limite o que é ilimitado, a uma forma
o informal, à vigília o que é Sono Profundo.

Sono Profundo! O girassol aberto da existência,
a nitidez da paz de cada ser visto do centro!
E o milhão de grânulos imersos no fulgor,
moventes, semoventes, capturados no seu âmbar
de alegria, no seu arco vital de uma tontura.

Porém, quando caminho, faço escolhas - e o mal
não está no escolher, mas na fractura de me ver
em parte num caminho, em parte noutro e num terceiro
e em muitos mais ainda, dividido, em surda guerra
de mim comigo mesmo, acusado, amotinado,
desfeito por soberbas, estultícias, teimosia.

Também a oração é facilmente afugentada
devido à predação dos pensamentos, à batida
dos erros que há por trás dos pensamentos; ao fascínio
das frases que armadilham esses erros; e ao cerco
do código do mundo que fraseia os pensamentos.

E do Sono Profundo, inteligência transparente,
assim me troco em ânsia, espessidão, vigília e medo.
Se conseguisse apenas caminhar, quando caminho;
apenas inspirar e expirar; orar apenas,
em estado de oração - seria um vivo.

Carlos Poças FalcãoSombra Silêncio, p.11

[antes e para lá das palavras, de todas as distracções, de todo o supérfluo; recriminação pelo que gizamos, do ruído que criamos, e nos afasta do Ser; nesse concentrado sem pensamentos, sem palavras para dizer, no silêncio, e apenas a sermos encontrá-Lo-íamos, encontrá-lo-emos; sem estratégias de fuga - o passado, o futuro -, sem circundar por objectos e objectivos, sem planos, sem gramática que não a do silêncio; estando no mundo, fazemos escolhas, e conseguir que elas estejam à altura do que professamos, do que entrevemos, do que intuímos e tocamos, sem nos fracturarmos sem vários que nos impedem de saborear a aproximação a esse concentrado em que nos realizamos; aqui, de novo, assoma, de algum modo, o Guardini de "O espírito da liturgia"]


Eu sou a noite
eu sou a espera inútil, a vasilha que ressoa.
A minha alma é nova, mas espero desde sempre.
Como o deserto espera pela gota que há-de vir
eu não procuro e abro-me em espera, eu acredito
no cálice vazio, na cisterna por encher.
Eu sou a obediência, a saudade em sua teia.

Podem correr mil anos: eu cá estou como na origem
no tempo da promessa, na alegria então vertida.
Porque eu sou a memória transparente que não cessa
lembrança do desejo de um Um só, coisa nenhuma.
Em mim nada se cumpre a não ser a própria espera
silente e confiada, impecável e segura.
Em mim todos procuram, sem saber, alguma aurora
- mas só eu sou a aurora. Sou a noite e sou a aurora.

Carlos Poças FalcãoSombra Silêncio, Opera Omnia, 2018, p.9.


[Deus presente no desejo de Deus, não na 'posse' (idolátrica): "em mim nada se cumpre a não ser a própria espera silente e confiada, impecável e segura"; que o Nada seja outro nome de Deus, escreve Halík, na esteira de Mestre Eckhart: "eu acredito no cálice vazio, na cisterna por encher"; aposta: "Eu sou a obediência, a saudade em sua teia"; precisamos de adimplemento: "como o deserto espera pela gota que há-de vir", completude que advém somente do exterior fundamento da pessoa, O Deus único, amor, não um ente entre os entes, não uma coisa: "lembrança do desejo de um Só, coisa nenhuma", e a "alegria então vertida", permanece, como na origem, a confiança existencial "no tempo da promessa". No que se tacteia sem forma completamente divisada, sem definição exacta, na fuga a uma completa "compreensão", "noite"; na promessa que permite o dia inicial, a alegria da promessa, "aurora"].

Carlos Poças FalcãoSombra Silêncio (Apresentação)

Carlos Poças Falcão nasceu em Guimarães, em 1951. Licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra, exercendo a advocacia durante alguns anos. Abandonaria este ofício para se dedicar à docência e à escrita. Não vê televisão, nem está nas redes sociais, “pois os olhos ficam presos e a alma não tolera a serpente das imagens que emite servidão”. Publicou o seu primeiro livro em 1987.
De Carlos Poças Falcão dirá o também poeta e prestigiado crítico Manuel de Freitas, no Expresso de 1 de Dezembro de 2018, tratar-se de “um dos mais importantes e discretos poetas portugueses contemporâneos”, no que é corroborado, por Diogo Vaz Pinto, a 7 de Dezembro, no jornal I, em um ensaio no qual assinala que Carlos Poças Falcão vem trilhando “um dos mais significativos percursos poéticos da nossa poesia”.
O livro sobre o qual iremos escutar alguns poemas, ditos por João Vaz Ribeiro, Sombra Silêncio, foi eleito, pelos críticos literários do jornal Público como o “Livro de Poesia do ano”, em 2018, em Portugal. E é finalista do Prémio para Melhor livro de poesia do ano, atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores.
Sobre Sombra Silêncio, o crítico Hugo Pinto Santos fala de um livro que é uma “busca por uma possibilidade de sentido para o humano, enquanto carne e espírito”, uma poesia que se interroga, uma escrita que é causa e consequência da inquirição do humano e do transcendente. O sujeito poético, nestes termos, apresenta-se-nos, pois, despido perante a “violência da questionação”. Numa palavra, esta poesia reflete, sem receios, acerca da condição humana, sem obliterar a desumanidade que, na maior parte das vezes, a define. Ainda seguindo o crítico do Público, “a reflexividade e a meditação de teor metafísico nunca [nesta obra] transporta o poema para os terrenos indesejáveis da soberba, do proselitismo ou da afectação”. E isto, porque “o carácter intelectualista, ou mesmo especulativo, desta poesia não traduz uma vontade impositiva de persuasão”. Uma poesia que fala dos cães, dos arrabaldes, da tensão alta – é desse terreno, desse chão que (então) se perscruta o transcendente.
Se os poemas iniciais de Sombra Silêncio indiciam uma filiação bastante expressiva – «uma espera silente e confiada» -, de contornos claros, com o «objecto» de indagação, Deus, a adquirir certa proximidade, compreenderemos, ao longo do trajecto do sujeito poético que, a dado momento, e para usar a expressão de Manuel de Freitas, sobressai um “inequívoco desalento”. E, todavia, não se dá, neste – no sujeito poético -, ainda assim, um mergulho no desespero: «A graça, no entanto, guia ao eixo os descaminhos”. Do que se trata, refere Diogo Vaz Pinto, é de preferir a lucidez à impaciência, no que aqui parece, de algum modo, permitir acolher uma “teologia negativa” (isto é, aquela corrente teológica que, ao longo dos tempos, sublinhou que sobre Deus apenas pode dizer-se o que Ele não é) [e cito]: “o poeta diz-nos que o que nos faz tremer é que essa «escuridão profunda não se deixa imaginar». Esse limite, que nos devasta de cada vez que tentamos vislumbrá-lo, mostra que a morte se impõe, afinal, contra o próprio mundo, e, na sábia inversão que fez Leopoldo María Panero, o que parece é que é a vida que nesse instante se lança contra o nosso ser”.
Sombra Silêncio, nas palavras do próprio autor, Carlos Poças Falcão, é a reunião de poemas muito esparsos no tempo, no espírito e no estilo, alguns dos quais remontam a finais dos anos 80 do século passado. Poemas, quase meia centena, que são, regista Vaz Pinto, “uma integração da sua voz à densidade dos ritmos que ressoam desde tempos ancestrais”, uma voz, dirá António Guerreiro, de uma extraordinária “exuberância imagética” que segue o caminho inverso do da secularização.
Por detrás destes versos, desoculta Carlos Vaz Marques, em “O livro do dia” (na TSF), há um “programa insubmisso”: o de resistir e construir uma armadura “contra a vozearia do mundo” (“calar e apagar, desconectar, desaparecer”). O jornalista e editor qualifica Poças Falcão como “eremita do tempo moderno, ele bebe a cerveja no último reduto e vai pelas ruelas, em vez das avenidas, perdendo os autocarros, o metro, os mensageiros que fluem sem ter rosto pela solidez do mundo”.

O poeta Manuel de Freitas destaca o “nível elevadíssimo destes poemas”, o “rigor desta escrita”, em suma, “um livro magnífico” do qual extrai dois versos em forma de síntese: “O horror é a matéria deste ar que respiramos/mas os pulmões adâmicos foram feitos para a beleza”.
Ao longo dos próximos 25-30 minutos, escutaremos poemas desta obra selecionados e lidos por João Vaz Ribeiro, engenheiro (e, já agora, quase arquitecto também), alguém com vasta experiência enquanto diseur de poesia, nomeadamente a alunos dos mais variados graus de ensino.
A intervalar conjuntos de quatro poemas ditos por João Ribeiro, escutaremos, ainda, outros poetas – Adélia Prado, Sophia, Hélia Correia, José Augusto Mourão, José Tolentino de Mendonça – pela voz dos nossos alunos, assim também intérpretes desta manhã de poesia.

Muito obrigado.
Pedro Miranda




sexta-feira, 15 de março de 2019

Aquaquiz - participação da escola

O Aquaquiz é um jogo pedagógico em formato de quiz que tem como objetivos promover a literacia ambiental e a sensibilização para o valor da água. Com início a 1 de fevereiro e dirigido a alunos dos 2º e 3º ciclos do ensino básico, termina a 17 de maio.
Os alunos da Escola Secundária São Pedro têm participado com entusiasmo!





quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

FIIN - Festival Internacional de Imagens da Natureza


Curtas metragens do FIIN - 2018


O visionamento de cada curta metragem levou os alunos a uma reflexão acerca da importância da conservação e preservação da natureza, onde persiste a poluição dos oceanos e da atmosfera terrestre.

Partilhamos algumas reflexões do 7.º C:

“Hoje vimos algumas curtas metragens do FIIN (Festival Internacional de Imagens da Natureza). Salvar os oceanos foi a grande mensagem, comum a todas elas. O filme sobre os tubarões mostrou-nos como uns simples cortes, feitos na edição, podem modificar a perceção que temos destes animais.”

“A poluição dos oceanos é cada vez maior devido ao ser humano que deita resíduos poluentes, provocando assim a extinção de espécies. Por exemplo, os animais sufocam devido aos plásticos existentes nos oceanos.”

“Do meu ponto e vista, a conservação e tratamento da água é essencial para a continuação da vida e da existência de seres vivos no planeta terra, a nossa casa.”

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Concurso Literário "A Ética na Vida e no Desporto"




Concurso Literário “A Ética na Vida e no Desporto” (VII edição)

Queres ter um artigo publicado no jornal “A Bola?”
Se gostas de escrever e frequentas o ensino secundário, elabora um texto sobre a importância dos valores na prática desportiva.

O Concurso Literário “A Ética na Vida e no Desporto” é para ti.

 As inscrições já estão abertas!

O Concurso Literário “A Ética na Vida e no Desporto” é promovido pelo Instituto Português do Desporto e Juventude - através do Plano Nacional de Ética no Desporto - com o apoio do Jornal Desportivo A Bola, da Direção Geral da Educação/Desporto Escolar, da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais, da Fundação do Desporto, da Direção Regional do Desporto dos Açores e da Secretaria Regional da Educação do Governo Regional da Madeira.

 As candidaturas decorrem de 1 de janeiro a 28 de fevereiro de 2019. Participa!

Para acesso ao cartaz, regulamento e formulário de candidatura: http://www.idesporto.pt/noticia.aspx?id=834
http://www.pned.pt/concursos

sábado, 16 de fevereiro de 2019

O elogio da imperfeição



1.Se tudo depende de mim, se posso manipular/conformar a realidade por completo (de modo a obter os resultados que pretendo), se estiver convencido de que, em querendo/esforçando-me/empenhando-me, chego (necessariamente) sempre ao que ambiciono; se toco, portanto, o ilimitado, se posso alcançar a perfeição - e quantas vezes o mundo nos diz isto, nas suas mais diversas faces, as mais das vezes muito amáveis e bem-intencionadas -, então não estou aberto às minhas debilidades, fragilidades, feridas (não estou aberto, sequer, a olhar para elas, a reconhecê-las; ajo, pois, como se não existissem), numa palavra, recuso sentir-me carente/carecido de algo/Alguém, de um plus. O fechamento de todas as possibilidades que não as minhas, pode ensinar uma moral transbordante (nos termos de Tagore, "Ele, que está demasiado ocupado em fazer o bem, não tem tempo para ser bom"), mas não se abeira do precipício da fé. Da gratuitidade, do dom, da graça. Não queiras ser perfeito, diz a Guida, ainda durante a infância, e a frase trespassa, corta e ilumina de um modo absolutamente intenso, muitos anos depois, a verdade maior da nossa condição. O perfeccionismo como erro. As ansiedades como contendo, em momentos diversos, raízes que podem ser de natureza genética, psicológica, mas, em realidade, espiritual, também (como contava ao António, caro aluno do Secundário: não fiques prisioneiro de um 18, ou de um 19; que é isso na vida?). Uma boa educação: inculcar/transmitir capacidade de diferir a recompensa (sim, sem dúvida); inculcar/transmitir a capacidade de escutar até ao fim – no dizer do padre Halík, não é que os ateus não tenham razão; é que não têm paciência (para escutar o mais íntimo da realidade, a realidade da realidade) - e de agraciar as minhas debilidades (não menos essencial). De outro modo, deifico-me e, certamente, me perco, me infernizo. Perdoarmo-nos/aceitarmo-nos, eis uma divisa raramente escutada. Um trabalho, precário, em progresso. Nunca concluído, suponho. Mesmo antes de ler Paolo Scquizzato e o seu O elogio da imperfeição - precioso desenvolvimento espiritual em torno desta noção, bela maneira de iniciar uma nova colecção, Grão de Mostarda (Paulinas)  - esta apresentava-se-me como uma das mais importantes descobertas destes trinta e tais. 
2. Sem som, não se distingue o foguetório que ribomba na pantalha: o fogo-de-artifício tanto pode ser de Melbourne (em diferido), como de Madrid, Nova Iorque, Amarante ou dos Açores (que me dizem ter festejado, desta vez, com uma hora de antecedência 2017; haja alegria!). A normalização - o modelo jantarada de hotéis, concerto e foguetes no ar, a que se junta o inevitável banho no mar de dia 1, sempre acaloradamente reportado, a cada Ano Novo; o esquecimento cultural, vívido e vivido, do Natal  -  em vigor torna todos os tempos iguais. Para recorrermos à formulação do filósofo, “falta ao tempo um ritmo ordenador. Daí, que perca o compasso. (...) Não há nada que reja o tempo. A vida não se enquadra numa estrutura ordenada nem se guia por quaisquer coordenadas que engendrem uma duração. Identificamo-nos também com a fugacidade e o efémero. E, assim, cada um de nós próprios se torna qualquer coisa de radicalmente passageira. A atomização da vida supõe uma atomização da identidade. Cada um passa a ter-se somente a si mesmo (...) As pessoas envelhecem sem se tornarem maiores (…) Já não há diques que regulem, articulem ou deem ritmo ao fluxo do tempo, que possam detê-lo e guiá-lo, sustentando-o, no tão belo duplo sentido da palavra. Quando o tempo perde o ritmo, quando flui no aberto sem se deter sem rumo algum, desaparece também qualquer tempo apropriado ou bom(...) O homem perdeu completamente o sentido deste a tempo. Cedeu ao destempo” (Byung-Chul Han, O aroma do tempo)
A necessidade da demora, a reivindicação contemplativa que assuma o tempo, o kairos no cronos, pode, pois, em chave de leitura para a Páscoa, ter este âmbito de escuta, este aroma: as chagas, as feridas, antes mesmo da ressurreição – e não há ressurreição sem morte -, têm que ser olhadas de frente – em nós, nas nossas ruas, no e nos que não queremos ver, os que tornamos invisíveis e descartados -, para que uma dada tradição (religiosa) se não nos ofereça/desfigure como a simples projecção narcísica triunfalista (sem tocar a realidade). Será, aliás, potencialmente, desse encontro com a nossa miséria que poderemos reconhecer a vida como dom e promessa, hora de acordar, momento de um salto: “A nossa experiência de fé move-se a partir de uma outra intuição originária: acreditamos porque experimentámos a misericórdia. Todo o crente é tal porque, num momento da sua vida, num lugar e num tempo precisos, intuiu e experimentou uma bênção, em geral, uma experiência de misericórdia. A raíz da fé não tem nada a ver com a lógica da causalidade, mas pelo contrário é, muitas vezes, uma misericórdia sem causa, e é exatamente nisso que está o seu carácter explosivo, a estupefacção” (Stella Morra, Deus não se cansa).

Pedro Miranda

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Dia da Internet Mais Segura


A Escola Secundária São Pedro associou-se às comemorações do Dia da Internet Mais Segura, que este ano teve lugar no dia 5 de fevereiro, em Portugal e em muito outros países.
Durante a semana de 4 a 8 de fevereiro, nas aulas de TIC, dos 7.º anos (Turmas de A a F) e 8.º anos (Turmas de A a D)  e 10.º L, do ensino profissional, e de Aplicações Informáticas, do 12.º ano (Turmas A, B, C, D, E e F) foram realizadas ações de sensibilização para comportamentos seguros na utilização de ambientes digitais e foram promovidas as normas de conduta a respeitar na navegação na Internet. Os alunos realizaram ainda uma atividade de Kahoot – Navegar em Segurança, disponibilizada pela Porto Editora, onde puderam, de uma forma lúdica e pedagógica, responder a questões sobre Segurança, Responsabilidade e Respeito em Ambientes Digitais. Experimenta AQUI a atividade!
As atividades para a promoção de uma navegação seguira na Internet, em articulação com a Biblioteca Escolar, prolongam-se até ao final do mês de fevereiro. Estão a ser divulgados na Biblioteca/Blogue da Biblioteca, Blogue O Broas e Página do Facebook da Escola recursos didáticos, retirados do site da SeguraNet/InternetSegura, como tiras de banda desenhada, vídeos e outros documentos de interesse.
Alertar e sensibilizar os alunos para uma navegação segura na Internet é, no entanto, uma premissa constante ao longo do ano letivo.

E tu, fazes uma navegas em seguração na Internet?

Partilhamos aqui alguns materiais disponibilizados no sítio http://www.seguranet.pt/:
- Pensa nos conteúdos que partilhas:
http://www.seguranet.pt/sites/default/files/pensa_nos_conteudos_que_publicas.pdf
- Pensa em como te podes proteger online:
http://www.seguranet.pt/sites/default/files/pensa_em_como_te_podes_proteger_online.pdf
- Pensa na tua lista de contactos online:


Professoras de Informática, Lurdes Lopes e Rosalina Reimão

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Dia Mundial da Rádio

No dia 13 de fevereiro comemorou-se o Dia Mundial da Rádio. Os alunos responsáveis pela Rádio da Escola associaram-se às comemorações e fizeram uma visita às instalações da Universidade FM acompanhados pela professora bibliotecária. Foram entrevistados e puderam divulgar o trabalho que estão a desenvolver e como pensam, no futuro, tornar a Rádio da escola um meio de partilha e divulgação de atividades mas também explorar as suas potencialidades educativas. Dois alunos da escola, acompanhados pela professora Catarina Ribeiro, leram poemas na sua língua materna. O Harry Wong leu um poema de Shakespeare e a Laura Saraiva leu um poema de Bertold Brecht.
Sendo a literacia dos media um dos objetivos a desenvolver com os alunos, a biblioteca associou-se a este projeto como parceiro privilegiado para orientação na planificação, desenvolvimento das atividades e articulação com outros atores da comunidade escolar.
São já algumas as atividades da biblioteca em articulação com a Rádio da escola já divulgadas neste blogue. Destacamos a gravação da leitura de poemas em voz alta e a gravação de um debate na biblioteca. 
Partilhamos algumas imagens da visita à Universidade FM.







Para uma utilização educativa da rádio ver: https://www.clemi.fr/fileadmin/user_upload/Guide_Lyceen_1_02_17.pdf

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Leituras em voz alta - Terra verde, mar azul


No passado dia 30 de janeiro, dia internacional da leitura em voz alta, alguns alunos do 7.º C, o Harry Wong de Hong Kong e a Laura Saraiva, aluna de origem alemã, estiveram no estúdio da Rádio da Escola S/3 S. Pedro para a gravação da leitura de alguns poemas. Os alunos Rui Coelho e João Santos do 12.º G fizeram as gravações e partilharam com a comunidade educativa.








 Ficam os links:

Leitura em voz alta do poema Rosalinda, se tu fores à praia

Leitura em voz alta do poema As Baleias

Leitura de um poema de B. Brecht em alemão

Leitura de um poema de Shakespeare




A IMPORTÂNCIA DA LEITURA

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