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Amnistia Internacional - Maratona de Cartas

Maratonas de cartas - Os casos de 2016


As cartas para assinares estão disponíveis na Biblioteca durante toda a semana.



Annie Alfred (Malawi)

Annie Alfred é como qualquer outra criança no Malawi, mas algumas pessoas acreditam que o seu corpo tem poderes mágicos. Os ossos das pessoas albinas são vendidos a praticantes de medicina tradicional para uso em feitiços, amuletos e poções, na crença de que trazem riqueza e boa-sorte. Este comércio macabro de partes dos corpos de albinos é também alimentado pela convicção de que os seus ossos contêm ouro.



Edward Snowden partilhou documentos dos serviços secretos norte-americanos com jornalistas e, desta forma, revelou que os governos vigiam os nossos dados pessoais: emails, localização de comunicações telefónicas, histórico de internet e muito mais. Tudo sem o nosso conhecimento.Snowden lançou um movimento global de defesa da privacidade na era digital.


Eren Keskin (Turquia)

Advogada e antiga diretora de um jornal, Eren Keskin é uma voz crítica do Estado turco há décadas. Há 11 anos um dos seus discursos enfureceu as autoridades, acusando o Estado de “assassinar uma criança de 12 anos”: Uğur Kaymaz. Para Eren, a morte desta criança às mãos do exército, em 2004, é uma das muitas manchas na história da Turquia, pelas quais as autoridades têm de ser responsabilizadas.




Shawkan
(Egito)

Mahmoud Abu Zeid, mais conhecido como Shawkan, estava apenas a fazer o seu trabalho, como fotojornalista, quando foi detido. Cobria a manifestação de 14 de agosto de 2013 no Cairo e fotografou a intervenção brutal das forças de segurança. A polícia identificou-o, prendeu-o e torturou-o. Está detido há três anos numa prisão no Cairo e, apesar de lhe ter sido diagnosticada hepatite C, é lhe negado qualquer tratamento médico.

Mais informações aqui

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Cartas à Democracia

Está disponível, na biblioteca escolar, a exposição "Democracia aqui tão perto", com incidência na caracterização e explicação da importância e papel das eleições autárquicas. A exposição e as atividades de exploração sugeridas adequam-se a todos os anos de escolaridade e pretende-se  que seja uma  experiência pedagógica significativa , que promova competências de interpretação, pensamento crítico e participação cívica. A exposição oferece uma oportunidade de: Explorar criticamente os conteúdos apresentados, a partir de diferentes perspetivas disciplinares; Refletir sobre a democracia enquanto valor central da cidadania e sobre os riscos que enfrenta nas sociedades contemporâneas; Envolver os alunos em atividades ativas , como a elaboração de Cartas à Democracia ou de reflexão sobre a sua autarquia, que traduzam os seus compromissos pessoais com os valores democráticos. Os cartazes expostos:        Avaliação: