terça-feira, 19 de dezembro de 2017

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Justiça para Tod@s

Dezoito anos de prisão foi a pena aplicada ao arguido João Pedro Pinto Verdelho pelo cúmulo de penas resultante dos crimes de perseguição, ameaça, ofensa à integridade simples,ofensa à integridade física grave e qualificada, violação e rapto  da vítima Gardénia Orquídea Sepúlveda e Saavedra e os crimes de injúria e ameaça ao seu pai.
Foi na tarde de quinta-feira, dia 14 de dezembro de 2017, que os alunos do 11.º F e 12.º G participaram na simulação de julgamento de um caso de Violência no Namoro, inserido no Projeto Justiça Para Tod@s. A escola participou pela terceira vez neste projeto que permite conhecer melhor o funcionamento do poder judicial.
O julgamento foi presidido pelo Meretíssimo Juíz de Direito, Maximiano do Vale e coadjuvado pelo Procurador do Ministério Público, Doutor Nuno Leitão. Os alunos desempenharam, com brilhantismo, todos os papéis inerentes a um julgamento, a saber, arguido, vítima, procurador, advogados de defesa e acusação, testemunhas, polícias e jornalista.
A Escola agradece a atenção, disponibilidade e amabilidade com que, muito pedagogicamente, os Senhores Magistrados orientaram todo o julgamento.
Um agradecimento especial à nossa antiga aluna, Drª Raquel Coxo, pelo acompanhamento na criação e desenvolvimento do caso.


















Amnistia Internacional - Maratona de Cartas

Este ano, os alunos, professores e funcionários da Escola S/3 S. Pedro, superaram as expectativas e assinaram 864 cartas em defesa dos Direitos Humanos. Parabéns a todos os que contribuíram para o sucesso desta iniciativa.








quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Martha Nussbaum

Mulheres filósofas.

Com a colaboração do nosso colega Pedro Miranda, iniciámos um conjunto de posts sobre Mulheres Filósofas contemporâneas.





Em defesa das Humanidades
Not for profit. Why democracy needs the humanities?, de Martha C. Nussbaum.
A democracia precisa das humanidades porque nos relatos, nas narrativas que os romances, os contos, toda a literatura e, bem assim, o ensaio filosófico proporcionam, encontramos, não raramente, o ponto de vista do outro, levando-nos, de tal sorte, a poder internalizá-lo e a tê-lo devidamente em conta, sem o pretender eliminar, na nossa conduta e deliberação cidadã. A literatura e a filosofia são, assim, verdadeiros sustentáculos da coesão social e da democracia (“as artes e as humanidades desempenham uma função central na história da democracia, mas mesmo assim, muitos pais, na actualidade, têm vergonha de que os seus filhos estudem arte ou literatura. Ainda que a filosofia e a literatura tenham mudado o mundo, é muito mais provável que um pai ou uma mãe se preocupem porque os seus filhos nada sabem de negócios do que por terem uma insuficiente formação em matéria de humanidades”).
A democracia precisa das humanidades, desde logo carece da maiêutica socrática por sistema desde os primeiros passos na escola, porque serão estas que fornecerão músculo, pensamento crítico face a toda a autoridade (indiscutida), ou a todo o condicionamento grupal face ao qual, em muitos casos, qualquer dissensão é punida.
A democracia precisa das humanidades porque a vida é vida examinada, vida com sentido e o aparato de tipo filosófico/teológico/literário é, aqui, absolutamente insubstituível.
A democracia precisa das humanidades porque, através delas, a imaginação – e se quisermos, em especial a imaginação moral - não enfraquecerá e, por consequência, impedirá que haja homens e mulheres invisíveis numa sociedade (os que não têm voz, minorias, etc.): “se o verdadeiro choque de civilizações reside, como penso, na alma de cada indivíduo, onde a cobiça e o narcisismo combatem com o respeito e o amor, todas as sociedades modernas estão a perder a batalha a ritmo acelerado, pois estão a alimentar as forças que dão impulso à violência e à desumanização, em lugar de alimentar as forças que dão impulso à cultura da igualdade e do respeito. Se não insistimos na importância fundamental das artes e das humanidades, estas desaparecerão, porque não servem para ganhar dinheiro. Só servem para algo muito mais valioso: para formar um mundo no qual valha a pena viver, com pessoas capazes de ver os outros seres humanos como entidades em si mesmas, merecedoras de respeito e empatia, que têm os seus próprios pensamentos e sentimentos, e também com nações capazes de superar o medo e a desconfiança em prol de um debate guiado pela razão e pela compaixão” (p.189).
A democracia precisa das humanidades porque em sociedades cada vez mais complexas e plurais conhecer a história do outro, as principais convicções da sua mundividência, a sua cultura, a sua religião/tradição, a sua língua é essencial para sociedades pacificadas (“estão a produzir-se mudanças drásticas naquilo que as sociedades democráticas ensinam aos seus jovens, mas trata-se de mudanças que ainda não se submeteram a uma análise profunda. Sedentos de dinheiro, os estados nacionais e os seus sistemas de educação estão a descartar certas aptidões que são necessárias para manter viva a democracia. Se esta tendência se prolonga, as nações de todo o mundo em breve produzirão gerações inteiras de máquinas utilitárias, em lugar de cidadãos plenos com capacidade de pensar por si próprios, possuir um olhar crítico sobre as tradições e compreender a importância dos sucessos e sofrimentos alheios. O futuro da democracia à escala mundial está preso por um fio”, p.20)
A democracia precisa das humanidades porque o humano não é assim tão bonzinho e precisa de instituições/disciplina(s) capazes de o poderem motivar/contrariar e enquadrar num quadro de respeito pelo outro, sempre fim, nunca meio (“parece que esquecemos o que significa acercarmo-nos do outro como a uma alma, mais que como um instrumento utilitário ou um obstáculo para os nossos próprios planos. Parece que esquecemos o que significa conversar com alguém dotado de uma alma, com outra pessoa que consideramos igualmente profunda e sofisticada (…) o que me proponho destacar é o que significa essa palavra [alma] para Alcott e Tagore: refiro-me às faculdades do pensamento e da imaginação, que nos fazem humanos e que fundam as nossas relações como relações humanas complexas em lugar de meros vínculos de manipulação e utilização. Quando nos encontramos numa sociedade, se não aprendemos a conceber a nossa pessoa e a dos outros desse modo, imaginando mutuamente as faculdades internas do pensamento e a emoção, a democracia estará destinada ao fracasso, pois esta baseia-se no respeito e interesse pelo outro, que por sua vez se fundam na capacidade de ver os demais como seres humanos, não como meros objectos”, pp.24-25)
Martha C. Nussbaum assina, assim, um manifesto intenso contra o desinvestimento que a mentalidade que vai prevalecendo por estes dias estabelece relativamente às humanidades, face ao inútil ou não (imediatamente) rentável. Fá-lo, em todo o caso, a partir, em grande medida, da experiência norte-americana, onde o ensino das artes liberais, ainda assim, resiste, via filantropismo, à perda estatal, país no qual a tradição das humanidades presentes em grande medida no Secundário e Ensino Superior é uma realidade (isto é, onde a não especialização imediata, onde as disciplinas humanísticas sempre estão, mesmo em cursos de ciências duras, e onde as empresas buscam a abertura mental, a capacidade criativa, a flexibilidade e imaginação de quem vem das humanidades, onde em muitos cursos, no Superior, há turmas muito pequenas para que sucessivos trabalhos sejam corrigidos/apurados, muita discussão em sala de aula).
Sendo este o seu ponto de partida, também a experiência indiana (Tagore) é muito referenciada, face ao que o teatro, a dança, a literatura podem fazer para a compreensão entre as pessoas. Com vários dados sobre recentes experiências da psicologia, Nussbaum foge de qualquer idealização, encontra o humano tal como é, e é justamente por isso que lhe importa não negligenciar as artes liberais. Valoriza muito as histórias infantis, os desenhos animados que se dão a ver às crianças, não se ficando na elaboração abstracta, buscando o currículo e a escola que devemos prosseguir.
Autora que tem escritos numa linha rawlsiana, e com estudos feitos sobre as capacidades, com Amartya Sen, Nussbaum enfatiza, ainda, a importância da responsabilidade individual numa educação conseguida.

Pedro Miranda
[seguimos aqui a edição castelhana Martha C. Nussbaum, Sin fines de lucro – por qué la democracia necessita de las humanidades, Katz, 2010].

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Projeto Justiça para Tod@s

Vinda da Drª Raquel Coxo à nossa escola!

Com o objetivo de orientar e esclarecer os alunos de 11.º e 12.º anos envolvidos no Projeto "Justiça para Tod@s", a nossa antiga aluna, Drª Raquel Coxo, fez uma palestra muito esclarecedora e pedagógica, sobre o enquadramento legal dos crimes cometidos no  caso de Violência no Namoro que os alunos construíram com o apoio da professora Rosalina Sampaio. O caso será levado a julgamento (simulado) no próximo dia 15 de dezembro no Tribunal Judicial da Comarca de Vila Real.





sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Ida ao teatro - texto dos alunos do 9.º G





1325
El pasado día veintitrés de noviembre, mis amigos de clase y yo fuimos al teatro con nuestra profesora de Español y también con otra clase de décimo primer año a asistir al ensayo de la pieza de teatro “1325”. Llegamos y entramos en una sala pequeña donde estaban tres actores, Noelia Domínguez, Ángel  Fragua y Sérgio Agostinho.
“ 1325” se inspiró del libro llamado “1325 mujeres tejiendo la paz”, de Manuela Mesa Peinado, que fue editado por la Fundación Cultural de la paz, Madrid. Asistimos a pequeñas escenas del espectáculo a través de la presencia de tres abuelas que viven en un espacio habitado por ropa y memorias. Ahí, se hace un recorrido histórico, con una pizca de humor, sobre  la lucha en contra el racismo, los derechos de las mujeres y algunos conflictos bélicos, como el conflicto israelo-palestino.  Fue un espectáculo muy divertido, que recomendamos, pues nos hizo reflexionar sobre los derechos de la sociedad, más propiamente de la condición de la mujer.
Alumnos del 9ºG


quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

A Sociedade do Cansaço - A recensão de Pedro Miranda


Excelente texto do nosso colega Pedro Miranda.






Da sociedade do cansaço

O lamento do indivíduo depressivo, «Nada é possível», somente pode manifestar-se no interior de uma sociedade que acredita que «Nada é impossível” (A sociedade do cansaço, p.31). A frase de Byung-Chul Han ilustra, na perfeição aquele é, no entender do filósofo de origem coreana e Professor de Filosofia em Karlsruhe, o traço predominante do nosso tempo, a Ocidente: a existência de uma sociedade do rendimento que outorga um terrível poder ao indivíduo: o de se potenciar até ao ilimitado (inculcando-lhe, precisamente, a ideia da inexistência de limite a que pode aceder), o de se (auto) explorar até ao tutano, o de conseguir sempre mais, melhor, o de ter sucesso e ser responsável, solitário responsável, por ele, carrasco e verdugo em um só, hiperactivo e neurótico (se aquém da exigência, melhor, dos resultados que a si coloca como objectivo). Uma sociedade do idêntico, da positividade, sem o pólo da negatividade que marcou a sociedade disciplinar, de um controlo e obediência férreas, em que o não e a proibição eram marcos, que a precedeu. Mais do que abolir o controlo, subtileza, refinou-o a sociedade hodierna, passando (aparentemente?) o comando para a mão do indivíduo tão livre quanto escravo (“uma liberdade obrigada” a resultados óptimos). “Os projectos, as iniciativas e a motivação substituem a proibição, o mandato e a lei. A sociedade disciplinar é regida pelo não. A sua negatividade gera loucos e criminosos. A sociedade do rendimento, ao contrário, produz depressivos e fracassados” (p.27).
Em uma obra que principia por mostrar como o paradigma do imunológico ficou obsoleto porque implicava a outreidade/alteridade (o outro, o inimigo, o estranho…), esclarece que hoje o problema é de natureza inversa: o excesso do mesmo, do idêntico, tempo no qual são doenças neuronais, do défice de atenção à depressão, passando pelo síndrome do desgaste ocupacional que primam.
No fundo, uma hiperactividade, um activismo não raramente sem sentido, diríamos, até, substituto do sentido que não se divisa, ou, em casos outros, nem se interroga/busca (“A vida nua, convertida em algo totalmente efémero, reage, justamente, com mecanismos como a hiperactividade, a histeria do trabalho, a produção. Também a actual aceleração está ligada a essa falta de Ser. A sociedade do trabalho e rendimento não é nenhuma sociedade livre”, p.48; Nietzsche citado: “Aos activos falta-lhes habitualmente uma actividade superior […] nesse aspecto são folgazões. Os activos rodam, como roda uma pedra, conforme a estupidez da mecânica”, p.55). Multitasking também os animais selvagens apresentam: ora, protegendo as crias, ora procurando comida, ora avançando para outro animal, ora alerta contra possível ataque de selvagens diversos, ora salvaguardando a sua parelha sexual. O défice de atenção concentrada, a existência de uma dispersa hiperatenção (multiplicação da atenção por mil e uma coisas, tarefas, leituras) é colossal e os efeitos, para novos êxitos civilizacionais, tremendos: “Os recentes desenvolvimentos sociais e a mudança de estrutura da atenção fazem com que a sociedade humana se aproxime cada vez mais da selvajaria. Entretanto, o assédio laboral, por exemplo, alcança dimensões pandémicas. A preocupação pela vida boa, que implica também uma boa convivência, cede progressivamente perante uma preocupação pela sobrevivência. Os sucessos culturais da humanidade, aos quais pertence a filosofia, devem-se a uma atenção profunda e contemplativa” [que desaparece] (p.34/35).
Se o segundo capítulo da obra nos insere na tese principal (e inovadora) de um novo tipo de sociedade em pleno desenvolvimento, já a defesa, pelo autor, da urgência do recuperar desta dimensão contemplativa – “o seu carácter fundamental é o assombro sobre o Ser-assim das coisas, que está livre de toda a factibilidade e processualidade. A dúvida moderna e cartesiana substitui o assombro” (p.37) - contam-se entre as mais belas e sugestivas páginas deste pequeno livro. [citando Nietzsche, de novo: “Por falta de sossego, a nossa civilização desemboca em uma nova barbárie. Em nenhuma época, se quotizaram mais os activos, quer dizer, os desassossegados. Conte-se, por tanto, entre as correcções necessárias que devem fazer-se ao carácter da humanidade o fortalecimento em ampla medida do elemento contemplativo”, p.39].
Um capítulo inteiro é dedicado ao diálogo crítico com Hannah Arendt e (à sua) “A condição humana”. Se Gregório Magno pode ser apropriado a propósito, para sublinhar como no cristianismo a dimensão da vida activa não era desprezada (em favor de um exclusivo contemplativo), todavia o apontar à descrição do animal laborans feita por Arendt, como estando ultrapassada nos nossos dias, pois que “o animal laborans moderno tardio é, em sentido estrito, tudo menos animalizado. É hiperactivo e hiperneurótico” (p.45), parece contradizer a ideia, avançada pelo autor anteriormente, de que um hiperactivismo degrada o humano e, no caso do multitasking o aproxima do selvagem. Mais, havia escrito: “Ao novo tipo de homem, indefeso e desprotegido frente ao excesso de positividade, falta-lhe toda a soberania. O homem depressivo é aquele animal laborens que se explora a si mesmo, a saber: voluntariamente, sem coacção externa (…) já não pode poder mais” (p.30).
A perda da crença, das crenças é questão fulcral não obliterada pelo filósofo que a sabe tão concreta, tão prática, tão quotidiana: “a moderna perda de crenças, que afecta não só a Deus ou o além, mas também a própria realidade, faz com que a vida humana se converta em algo totalmente efémero. Nunca foi tão efémera como agora. Mas não só esta é efémera, como o é o mundo enquanto tal. Nada é constante e duradouro. Face a esta falta de Ser surgem o nervosismo e a intranquilidade (…) O Eu moderno-tardio está completamente isolado. Inclusivamente as religiões no sentido de técnicas tanáticas, que libertem o homem do medo da morte e gerem uma sensação de durabilidade, já não servem. A desnarrativização geral do mundo reforça a sensação de fugacidade: torna a vida nua (…) Ante a falta de uma tanatotécnica narrativa nasce a obrigação de manter esta nua vida necessariamente sã. Já o disse Nietzsche: depois da morte de Deus, a saúde é elevada a deusa. Se houvesse um horizonte de sentido que superasse a vida nua, a saúde não podia absolutizar-se desse modo (p.47)”.
Além do diálogo crítico com Arendt e Nietzsche, um outro autor várias vezes convocado ao ensaio é Agamben. Para quem leu O que resta de Auschwitz?, do filósofo italiano, não espanta que a descrição impressiva do humano dos nossos dias, por Byung-Chul Han, desague nessa comparação-limite com o Muselmanner dos lager, a arrepiante figura híbrida dos campos, morto-vivo, apático a quem já não havia chibatadas, frio ou gelo que tocassem, que fizessem mexer.
Em suma, um cansaço que trespassa cada um, que queima a alma, que rouba a fala, que semeia multidões de isolados, mesmo que ao lado dos outros (não era da apatia, da impassibilidade, do chicote que já não fazia mexer o cavalo imóvel que também falava Béla Tarr, em O cavalo de Turim?). E sabermos, com Handke, que o cansaço poderia ser tanto outra coisa, propulsor do ócio, do deleite, da atenção partilhada, onde a mesmidade não teria lugar, ou hegemonia.
Pedro Miranda

A partir de La sociedad del cansacio, Byung-Chul Han, Herder, Barcelona, 2012.


Excertos da obra, traduzidos para português, por mim.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Movimento Código Portugal







Após a grande adesão obtida em 2016, o Movimento Código Portugal regressa às escolas na sua 2ª edição – de 4 a 10 de dezembro de 2017.
Movimento Código Portugal #2 – Código das Estrelas pretende mobilizar os portugueses para a literacia digital e da computação como fatores de realização individual e coletiva nas sociedades modernas.
Este ano voltamos a convidar toda a comunidade educativa a programar a partir de uma atividade lúdica.
Entre 4 e 10 de dezembro, não deixem de se envolver numa série de desafios que dificilmente esquecerão!
A atividade terminará com um concurso a nível nacional em que são apresentados os desafios mais difíceis de superar. Como resultado do concurso serão atribuídos prémios às três escolas que, dentro de cada um dos ciclos do ensino básico, tenham conseguido resolver proporcionalmente mais desafios com um mínimo de blocos de programa. Os premiados serão anunciados na sessão de encerramento do Movimento Código Portugal 2017, no dia 10 de Dezembro.
O encerramento do Movimento Código Portugal 2017, terá lugar no Pavilhão do Conhecimento – Centro Ciência Viva, no dia 10 de Dezembro, entre as 11.00 e as 19.00. Crianças, jovens e adultos terão a oportunidade de aprender a programar e partilhar os resultados dos seus projetos, através de um conjunto de workshops e demonstrações, de participação livre, desenvolvidas em colaboração com especialistas de instituições científicas nas áreas da informática, programação e robótica.


A IMPORTÂNCIA DA LEITURA

Seguidores